
Margarida Montenÿ is an aerial acrobat who works between circus and the performing arts.
She seeks a transdisciplinary approach within her research, working through states of intimacy, strength and vulnerability.
In 2024, she received the Young Artists Award – Coliseu do Porto Ageas.
In November 2023, she premiered “BLUE”, a co-production Mostra Estufa – Companhia Erva Daninha and Teatro Municipal do Porto, which premiered at Teatro do Campo Alegre and was presented at Teatro Virgínia, in Torres Novas, at Casa das Artes in Famalicão, as part of the Vaudeville Rendez-Vous Festival, at the RASCUNHO Festival, in Évora and at Ponto C, in Penafiel, Teatro Municipal da Lousã, Teatro Stephens, in Marinha Grande, Teatro Sá da Bandeira, in Sanatrém and which will continue in circulation with performance dates planned for 2025 and 2026.
In 2023 she performed for Ballet Contemporâneo do Norte and the Portuguese Philharmonic Orchestra in the show “Alba”, premiered at the Teatro Municipal da Guarda and presented at the FIMUV – International Music Festival, at Europarque in Santa Maria da Feira.
In 2022, in partnership with Carminda Soares, she created “Simulacro”, a project premiered at Teatro do Campo Alegre, with a co-production by Teatro das Figuras/Teatro Municipal do Porto and Instável – Centro Coreográfico, presented at Centro Cultural de Belém, as part of the Cumplicidades Festival, in the Showcase Arts Portugal of Outdoor Arts, in conjunction with the international event of the Circostrada Network, DIVE#2. LEME Festival, in Ílhavo, at CineTeatro Marques Duque, in Mértola, at Pax-Júlia in Beja, at Teatro Aveirense, in Aveiro, at Theatro Circo, in Braga, at Cine Teatro António Lamoso in Santa Maria da Feira, at Cine Teatro Avenida as part of the Y Festival, Arquipélago, on the island of São Miguel as part of the PARALELO Festival, among others, with more than 20 national performances in different contexts, as well as international performances in Geneva, Switzerland, Galicia and Spain.
In 2021 she participated in the project “Duetos do Gerador” in partnership with Pedro Branco, in the creation of “Ordesa”, a collection of duets between improvisation and real-time composition, an in-situ project designed to frame architecture, movement and musical composition in a single encounter.
In 2020 she participated in the creation of “Por um Fio” by Daniel Seabra for Companhia Erva Daninha, presented at the Contradança Festival, Arte Non Stop – Mértola, Portas do Sol, Festival Onda de Verão, Teatro Virgínia, Festival Desconcentra, Teatro Municipal do Porto, SESC (Brazil), among others, with more than 40 national and international performances. In the same year she participated in “(Com)Sequência” by Circo Caótico, a circus piece for architecture, presented at the LEME Festival, Mercado das Torcatas and Chapéus de Lisboa.
In 2019 she performed in “The Big Show SEF”, by Miguel Pereira, for the celebration of the Serralves Foundation’s 30th anniversary, presented at Serralves em Festa 2019.
Since 2020, she has been a recurring presence at the Quintas de Leitura (Reading Thursdays) at the Teatro Municipal do Porto, highlighting the editions “Let’s release the rhythm to the tides”, “The astronaut got married there”, “There are still clocks at the bottom of the sea” and “The poem went to the eye doctor” curated by João Gesta.
She also collaborated as a performer with Vanda R. Rodrigues, in “Paisagens Inúteis”, premiered in 2024 at Centro Cultural Vila Flor and Tetro Viriato; for Companhia Erva Daninha in “Recantos”, a site-specific for the opening of Trengo – Festival de Circo do Porto in 2021, at Jardim do Covelo; with Grandpa’s Lab and Liliana Garcia in “Moura”, presented at Biblioteca Municipal de Chaves in 2019; with Teatro Musgo in the show “Breu” presented at TeCA – Teatro Carlos Alberto in 2018, among others.
Graduated from Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espetáculo – Chapitô and from Salto – International Circus School, her choreographic practice takes a transdisciplinary approach to the investigation of movement and language, defending an open view of what circus can be.
Margarida Montenÿ é acrobata aérea e trabalha entre o circo e das artes performativas.
Procura uma abordagem transdisciplinar dentro da sua pesquisa, trabalhando sobre estados de intimidade, força e vulnerabilidade.
Recebe em 2024 o Prémio Jovens Artistas – Coliseu do Porto Ageas.
Estreia em Novembro de 2023 “BLUE”, uma coprodução Mostra Estufa – Companhia Erva Daninha e Teatro Municipal do Porto, estreado no Teatro do Campo Alegre e apresentado no Teatro Virgínia, em Torres Novas, na Casa das Artes de Famalicão, inserido dentro do Festival Vaudeville Rendez-Vous, no Festival RASCUNHO, em Évora, no Ponto C, em Penafiel, no Teatro Municipal da Lousã, no Teatro Stephens, na Marinha Grande, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e que continua em circulação com datas de apresentação previstas para 2025 e 2026.
Em 2023 é interprete para o Ballet Contemporâneo do Norte e para a Orquestra Filarmónica Portuguesa no espetáculo “Alba”, estreado no Teatro Municipal da Guarda e apresentado no FIMUV – Festival Internacional de Música, no Europarque em Santa Maria da Feira.
Em 2022 cria, em parceria com Carminda Soares, “Simulacro”, projeto estreado no Teatro do Campo Alegre, com uma coprodução do Teatro das Figuras/Teatro Municipal do Porto e Instável – Centro Coreográfico, apresentado no Centro Cultural de Belém, enquandrado dentro do Festival Cumplicidades, no Showcase Arts Portugal do Outdoor Arts, em cruzamento com o evento internacional da Circostrada Network, DIVE#2., e o Festival LEME, em Ílhavo, no CineTeatro Marques Duque, em Mértola, no Pax-Júlia em Beja, no Teatro Aveirense, em Aveiro, no Theatro Circo, em Braga, no Cine Teatro António Lamoso em Santa Maria da Feira, no Cine Teatro Avenida inserido dentro do Festival Y, Arquipélago, na ilha de São Miguel dentro do Festival PARALELO, entre outros, contando com mais de 20 apresentações nacionais em diferentes contextos, bem como apresentações internacionais entre Genebra, na Suíça, Galiza e Espanha.
Participa em 2021 no projeto “Duetos do Gerador” em parceria com Pedro Branco, na criação de “Ordesa” uma coleção de duetos entre improvisação e composição em tempo real, um projeto in-situ pensado para enquadrar a arquitetura, movimento e composição musical num só encontro.
Em 2020 participa na criação de “Por um Fio” de Daniel Seabra para a Companhia Erva Daninha apresentado no Festival Contradança, Arte Non Stop – Mértola, Portas do Sol, Festival Onda de Verão, Teatro Virgínia, Festival Desconcentra, Teatro Municipal do Porto, SESC (Brasil), entre outros que contou com mais de 40 apresentações nacionais e internacionais. No mesmo ano participa em “(Com)Sequência” de Circo Caótico, uma peça de circo para arquitetura, apresentado no Festival LEME, no Mercado das Torcatas e nos Chapéus de Lisboa.
Apresenta em 2019 “The Big Show SEF”, de Miguel Pereira, para a comemoração dos 30 anos da Fundação Serralves, apresentado no Serralves em Festa 2019.
Participa desde 2020 recorrentemente nas Quintas de Leitura, do Teatro Municipal do Porto, destacando as edições “Vamos soltar o ritmo às marés”, “O astronauta casou-se por lá”, “Ainda há relógios no fundo do mar” e “o poema foi ao médico dos olhos” com curadoria por João Gesta.
Colaborou ainda enquanto intérprete com Vanda R. Rodrigues, em “Paisagens Inúteis“, estreado em 2024 no Centro Cultural Vila Flor e Tetro Viriato; para a Companhia Erva Daninha em “Recantos“, um site-specific para a abertura do Trengo – Festival de Circo do Porto de 2021, no Jardim do Covelo; com Grandpa’s Lab e Liliana Garcia em “Moura”, apresentado na Biblioteca Municipal de Chaves em 2019 ; com Teatro Musgo no espetáculo “Breu” apresentado no TeCA – Teatro Carlos Alberto em 2018, entre outros.
Formada na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espetáculo – Chapitô e na Salto – International Circus School a sua prática coreográfica utiliza uma abordagem transdisciplinar da investigação do movimento e da linguagem, defendendo uma visão aberta do que pode ser circo.